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Chute o Lula

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segunda-feira, 23 de março de 2009

Equador mete o nariz na questão de Itaipu binacional...


Poderoso parceiro comercial brasileiro, o Equador, cruzamento de “nada com coisa nenhuma”, representado por seu presidente, resolveu nessa viagem ao Paraguai, cruzamento de “coisa nenhuma com nada”, dar pitaco na questão de Itaipu... Rafael Correa acha que Lula é sensível à revisão do acordo energético entre os dois países... Virou moda nossos “parceiros socialistas” darem opinião sobre assuntos que não lhes dizem respeito... Socialismo é isso!... O país e o povo entram com a bunda, e nossos parceiros menos favorecidos com a mão...
Tutelar os incompetentes é o novo mote.
Sob a administração de Lugo, o Paraguai iniciou uma ofensiva para alterar o preço da energia de Itaipu paga pelo Brasil, estipulado no tratado vigente até 2023, considerado muito inferior ao do mercado... Só para lembrar: O Paraguai não entrou com dinheiro na construção de Itaipu... A construção da usina foi bancada pelo Brasil, e o pólo sul-americano da muamba e do carro roubado, pagaria ao Brasil em fornecimento de energia elétrica a baixo custo... Se colocássemos na ponta do lápis quanto custaria construir uma Itaipu nos dias de hoje, ainda assim o Paraguai não teria dinheiro para isso.
"Creio que o Paraguai tem todo o direito de solicitar a revisão destes contratos. Nunca toquei neste assunto com o presidente Lula e creio que ele é muito aberto a todas as revisões", disse Correa em uma coletiva de imprensa em Assunção.
"Além disso, com base no que aconteceu no Equador, creio que houve certo exagero por parte do governo brasileiro (...) creio que baseado nesta experiência, as conversas com o Paraguai serão levadas da melhor maneira", acrescentou o presidente.
Não existe “melhor maneira”.
Só existe uma maneira: A certa.
Cumprir os contratos!
Nada pior para o continente que não respeitar contratos... Insegurança jurídica afasta os possíveis parceiros comerciais e todos perderão.
Em termos de corrupção, o Paraguai é o Afeganistão regional, e se querem melhorar suas condições sócias econômicas, que comecem produzir algo além de maconha e de legalizar carros roubados.

sábado, 16 de agosto de 2008

Lula visita o Paraguai para posse de Lugo...

Em visita ao Paraguai, capital Sul-americana do contrabando e dos carros roubados, para a posse do presidente eleito Fernando Lugo, Lula não teve como escapar da pergunta que foi o “mote” da campanha presidencial paraguaia... O reajuste do valor pago pelo Brasil pela energia gerada em Itaipu... Este assunto vai render boas discussões, já que o Paraguai apesar de não ter entrado com praticamente nenhum centavo na construção de Itaipu, tem a maior parte do lago formado pela barragem em seu território... Ninguém em sã consciência vai apostar que Lula não cederá às pressões do gigante da muamba, já que isso virou moda desde Evo Morales e os Hidrocarbonetos... O que “pega” é que, mais uma vez, nós contribuintes, vamos pagar esta conta.
Preço a ser pago por ser um “gigante” da região, dirão os socialistas de plantão.
Ser um gigante, deveria também passar por exigir dos nossos vizinhos o cumprimento de contratos firmados, ou então é melhor não celebrar contrato nenhum, já que eles têm gerado o que os técnicos da área chamam de “insegurança jurídica”.
Quem investe no continente embute em seus custos um valor correspondente ao prejuízo que terá com a quase certa quebra de contrato, e mais uma vez, somos nós quem pagamos por este amadorismo infantil.
Pouco me importa se o Paraguai julga receber menos que merece pela energia fornecida, aliás, quem não tem o mínimo respeito por seus vizinhos não deveria merecer tamanha consideração... Lembro-me que em meados dos anos 80 o Paraguai era um dos maiores exportadores de café da região sem ter um único pé da planta, tudo isso fruto de contrabando, e nunca fez nada para deter este fluxo.
Continua acontecendo hoje com os carros roubados no Brasil e lá legalizados, usados até por representantes do alto escalão do governo.
Continua acontecendo com a venda de bugigangas asiáticas...
E vem aí o novo modelo de parceria deles:
Desapropriar terras de agricultores brasileiros estabelecidos lá.
Feridas históricas parecem não cicatrizar nunca.
Lamentável.