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Chute o Lula

segunda-feira, 29 de junho de 2009

A NOTÍCIA É DE REVISTA VELHA... AS “NOVIDADES” SÃO ANTIGAS, MAS NUNCA CAEM EM DESUSO...

A memória do brasileiro continua curta...
O que não deveria encontrar coro entre os eleitores brasileiros, uma defesa cretina de Sarney, por exemplo, é distorcida pelo próprio com o argumento de que está sendo vítima de uma campanha da mídia por estar apoiando Lula.
Engane-nos, que nós gostamos abutre maranhense!


Leia o que publicava a revista Veja, em maio de 1986.



Colaboração de Rogério Rangel.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Bill Gates Vs. GM...



Numa recente feira de informática (Comdex), Bill Gates fez uma infeliz comparação da indústria de computadores com a automobilística declarando:
‘Se a GM tivesse evoluído tecnologicamente, tanto quanto a indústria de computadores evoluiu, estaríamos dirigindo carros que custariam 25 dólares e que fariam 1000 milhas por galão (algo como 420 km/l)’.
A General Motors, respondendo ‘na bucha’, divulgou o seguinte comentário:
Se a Microsoft fabricasse carros:
01 - Toda vez que eles repintassem as linhas das estradas, você teria que comprar um carro novo.
02 - Ocasionalmente, dirigindo a 100 km/h, seu carro morreria na Auto-estrada sem nenhuma razão aparente, e você teria apenas que aceitar isso, sem compreender o por que!... Depois, deveria religá-lo (desligando o carro, tirando a chave do contato, fechando o vidro saindo do carro, fechando e trancando a porta, abrindo e entrando novamente… Em seguida sentar se no banco, abrir o vidro, colocar a chave no contato e ligar novamente). Depois, bastaria ir em frente.
03 - Ocasionalmente a execução de uma manobra a esquerda poderia fazer com que seu carro parasse e falhasse… Você teria então que reinstalar o motor! Por alguma estranha razão você aceitaria isso como ‘normal’..
04 - A Linux faria um carro em parceria com a Apple, extremamente confiável. Cinco vezes mais rápido e dez vezes mais fácil de dirigir. Mas apenas poderia rodar em 5% das estradas.
05 - Os indicadores luminosos de falta de óleo, gasolina e bateria seriam substituídas por um simples ‘Falha Geral ou Defeito Genérico’ (permitindo que sua imaginação identifique o erro!).
06 - Os novos assentos obrigariam todos a terem o mesmo tamanho de bunda.
07 - Em um acidente, o sistema de air bag perguntaria: ‘Você tem certeza que deseja usar o air bag?’.
08 - No meio de uma descida pronunciada, quando você ligasse o ar-condicionado o radio e as luzes ao mesmo tempo, ao pisar no freio apareceria uma mensagem do tipo ‘Este carro realizou uma operação ilegal e será desligado!’
09 - Se desligasse o seu carro utilizando a chave, sem antes ter desligado o radio ou o pisca - alerta, ao ligá-lo novamente, ele checaria todas as funções do carro durante meia hora, e ainda lhe daria uma bronca para não fazer isto novamente. (ÓTIMA).
10 - A cada novo lançamento de carro, você teria de reaprender a dirigir. Coisa fácil! Você voltaria à auto-escola para tirar uma nova carteira de Motorista.
11 - Para desligar o carro, você teria de apertar o botão ‘Iniciar’
12 - A única vantagem: Seus netos saberiam dirigir muito melhor do que você!
Moral da história: Nunca fale do outro sem ver os seus defeitos primeiro….

Colaboração de Rogério Rangel.

sábado, 20 de junho de 2009

Salário do mordomo de Roseana é pago pelo Senado...


Depois que José Sarney disse que a crise é do Senado e não dele,
tudo ficou desobrigado de fazer sentido em Brasília.
Apenas os fatos ainda se animam a manter viva a conspiração contra o vale-tudo semântico inaugurado por Sarney.
Deve-se aos repórteres Rosa Costa e Rodrigo Rangel a descoberta do penúltimo grão de sujeira escondido sob o tapete metafórico do Senado.
A dupla informa que o contracheque do mordomo da casa que Roseana Sarney mantém em Brasília é pago pelo Senado.
Espécie de faz-tudo da filha do presidente do Senado, o mordomo
ganha algo como R$ 12 mil por mês.
Chama-se Amaury de Jesus Machado. Atende pelo sugestivo apelido de “Secreta”. Nos últimos dez dias, esteve ao lado de Roseana em São Paulo.
A primogênita de Sarney deixou o Senado em abril. Renunciou para assumir o governo do Maranhão, que ganhou no tapetão do TSE.
Embora desvinculada do Senado, Roseana continuou servindo-se dos bons préstimos do mordomo “Secreta”.
Ouvida, a governadora maranhense declarou: "Ele é meu afilhado.
Fui eu que o trouxe do Maranhão...”
“...Ele vai à casa quando preciso, uma duas ou três vezes por semana.
É motorista noturno e é do Senado. E lá até ganha bem".
De fato, o “Secreta” não ganha mal. O diabo é que o dinheiro que pinga
na conta dele sai do bolso do contribuinte.
O mordomo de Roseana tem um longo histórico de serviços prestados
aos Sarney. Ganhou emprego no Senado nos anos 90.
Antes, trabalhou no Palácio da Alvorada, durante o "mandarinato"
de Sarney.
Foi requisitado para o gabinete de Roseana em 2003, quando ela virou senadora.
Deve-se a assinatura do ato que oficalizou o deslocamento ao ex-diretor-geral Agaciel Maia.
Além da remoção, “Secreta” ganhou gratificação.
O empresário maranhense Mauro Fecury, suplente de Roseana e velho amigo de Sarney, manteve “Secreta”, o pseudoassessor, em seu gabinete.
Sarney faz um enorme esforço para domar a crise.
cada nova revelação, porém, vai ganhando a aparência de um jóquei cego montando a mula-sem-cabeça.
o Senado dos dias que correm, o velho e doce hábito do empresguismo desfaz o monge.

Escrito por Josias de Souza às 04h48

Minha amiga Vivian termina esse Mail com o seguinte comentário: "Francamente!!!
depois é só no PT que tem ladrão..."

Na verdade são os ladrões que tem o PT.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Eu chorei... Só não lembro em que momento!


Calou-me fundo na alma o discurso de Sarney... Chorei, largado!
Foi emocionante... Uma cena indescritível ver um dos maiores canalhas da história do país, discursar emocionado, afirmando que a crise que o Senado atravessa não é dele.
“A Crise é do Senado”.
O pior é que ele tem razão...
De que outro modo justificar que 51 senadores disponham de um batalhão de 9.000 funcionários?
Claro que o abjeto nanico maranhense não é o único vilão...
E olha que de vilania ele entende...
Foi o “comandante em chefe” do maior estelionato eleitoral que esse país já viu...
Para que não viveu ou esqueceu, o “Plano Cruzado”.
Sim, se você tem mais de 40 anos, provavelmente foi um “fiscal do Sarney”.
Mas o que importa, e que realmente me incomoda é pensar como homens como esses, gerem seus negócios pessoais...
Eles fazem o mesmo em suas empresas do que fazem no Senado?
Não sabem nada?
Quem e porque foi contratado?
Tem parentes na folha de pagamento?
E para não dizer que sou radical demais, qual o critério de contratação em suas empresas?...
Mérito?
Clientelismo?
Duvido que esse “Marimbondo de Fogo” ridículo trate suas empresas como trata da coisa pública...
Já teria quebrado faz tempo...
Mas às divinas tetas do erário são fartas...
E sempre tem uma “produção” para conquistar os corações desavisados...
Após o emocionado discurso, o “esterco andante”, devidamente registrado pelas câmeras, recebeu um “comprimidinho”...
Francamente!
Os homens públicos perderam definitivamente o senso do ridículo!
Só que continuamos pagando essa conta.

domingo, 14 de junho de 2009

Arca de Noé brasileira...


Um dia, o Senhor chamou Noé que morava em Porto Alegre e ordenou-lhe:

-Dentro de 6 meses, farei chover ininterruptamente
durante 40 dias e 40 noites, até que o Brasil seja
coberto pelas águas.

Os maus serão destruídos, mas quero salvar os justos
e um casal de cada espécie animal.

Vai e constrói uma arca de madeira.

No tempo certo, os trovões deram o aviso e os
relâmpagos cruzaram o céu.

Noé chorava, ajoelhado no quintal de sua casa, quando ouviu a voz do Senhor soar furiosa entre as nuvens:

- Onde está a arca, Noé?

- Perdoe-me, Senhor suplicou o homem.

Fiz o que pude, mas encontrei dificuldades imensas:

Primeiro tentei obter uma licença da Prefeitura ,

mas para isto, além das altas taxas para obter o alvará,

me pediram ainda uma contribuição para a campanha para eleição do prefeito.

Precisando de dinheiro, fui aos bancos e não consegui empréstimo, mesmo aceitando aquelas taxas de juros.

O Corpo de Bombeiros exigiu um sistema de prevenção de incêndio, mas consegui contornar, subornando um funcionário.

Começaram então os problemas com o IBAMA e a FEPAM para a extração da madeira.

Eu disse que eram ordens SUAS, mas eles só queriam saber se eu tinha um "Projeto de Reflorestamento " e um tal de "Plano de Manejo ".

Neste meio tempo ELES descobriram também uns casais de animais guardados em meu quintal.

Além da pesada multa, o fiscal falou em "Prisão Inafiançável" e eu acabei tendo que matar o fiscal, porque, para este crime, a lei é mais branda.

Quando resolvi começar a obra, na raça,apareceu o CREA e me multou porque eu não tinha um Engenheiro Naval responsável pela construção.

Depois apareceu o Sindicato exigindo que eu contratasse seus marceneiros com garantia de emprego por um ano.

Veio em seguida a Receita Federal , falando em "sinais exteriores de riqueza "
e também me multou.

Finalmente, quando a Secretaria Municipal do Meio Ambiente pediu o "Relatório de Impacto Ambiental" sobre a zona a ser inundada, mostrei o mapa do Brasil.

Aí, quiseram me internar num Hospital Psiquiátrico!

Sorte que o INSS estava de greve.

Noé terminou o relato chorando, mas notou que o céu clareava perguntou:

- Senhor, então não irás mais destruir o Brasil?

- Não! - respondeu a Voz entre as nuvens.

- Pelo que ouvi de ti, Noé, cheguei tarde!

- Lula e o PT já se encarregaram de fazer isso!


Gentilmente cedido por Vivian Maguinther.

sábado, 13 de junho de 2009

Príncipe Charles, a caça e a raposa...


Coronel Gelio Fregapani

EX-SUPERINTENDENTE DA ABIN EM RORAIMA

Anos atrás, havia quem censurasse o príncipe prevaricador por sua crueldade na caça à raposa. Hoje, percebemos que o interesse pela "Raposa" também tem outras conotações: desmembrar o Brasil, criando uma nação indígena que seja dócil aos interesses do primeiro mundo.
O príncipe Charles defendeu nesta quinta-feira, em discurso no Palácio Itamaraty, que a conservação das florestas tropicais, como a Amazônia, seja financiada com recursos garantidos pelos países desenvolvidos. No pronunciamento, o príncipe afirmou que o dinheiro seria dado, não emprestado, e seria o pagamento aos países tropicais pelos "serviços ecológicos" prestados pelas florestas ao mundo. Ninguém no Congresso, ao que se saiba de público, pediu explicações. Engoliram sorrindo as mentiras, os atrasos e as grosserias dos seguranças britânicos. Pareciam estar recebendo seu futuro rei.
Todos sabemos da crise financeira mundial e que a Inglaterra enfrenta sérias dificuldades. O generoso príncipe vai tirar empregos de seus compatriotas para proteger as florestas de um país longínquo? Quanto altruísmo. O que ele realmente veio fazer?
Timidamente tem aparecido na imprensa uma certa "teoria da conspiração" que , entre outras metas, tentaria dividir alguns países de grande extensão territorial, como o Brasil, a China, a Índia e a Rússia. Essa meta seria orientada pela oligarquia financeira anglo-holandesa-americana, que estaria também procurando evitar o desenvolvimento que lhes pudesse fazer sombra.
É difícil saber até onde isto é verdade, mas para falar só do nosso país, a tentativa de balcanização é a cada dia mais evidente. Homologam-se imensos territórios indígenas interditados aos brasileiros. Aí estão as digitais das ONGs anglo-holandesas, WWF, entre outras; interditam-se para a produção de parques ecológicos do tamanho de países europeus. De novo, ONGs anglo-holandesas como a Greenpeace e americanas como a fundação Ford, sem falar na oposição às hidrelétricas e ao asfaltamento de estradas.
Agora nos visita o príncipe-sem compostura. Exatamente agora nas vésperas do julgamento da Raposa/Serra do Sol. Vem falar sobre a proteção das florestas. Por que agora?
As evidências apontam: a manobra final para garantir a retirada dos brasileiros do único lugar habitado por nacionais nas serras da fronteira norte.
Vejamos alguns antecedentes:
O mercado de minérios é, há séculos, controlado por cartéis de Londres. Eles sabiam da extrema mineralização das serras do norte do Brasil. Até pouco tempo, manobraram apenas para que não fossem exploradas.
Quando começamos a explorar o estanho das jazidas do Pitinga e quebramos o cartel do estanho, se assustaram e jogaram tudo nos movimentos indianistas e ambientalistas. A moderna utilização de metais quase só encontrados aqui os fez compreender que teriam de lidar com governos submissos, e o ideal seriam governos indígenas, não o de uma nação do porte do Brasil, que, quando despertasse, lhes criaria problemas.
Aliaram-se aos Estados Unidos. Financiaram demarcações, propagandas e compraram homologações. Conseguiram a assinatura do Itamaraty na declaração de direitos que na prática concede status de nação independente às áreas indígenas, sempre sobre as principais jazidas algumas como a ianomâmi, já sob inteiro domínio das ONGs.
Entretanto, para que o novo "país indígena" não ficasse cortado ao meio, a Raposa tem de ser cooptada, mesmo com a oposição da maioria dos índios que lá vivem. Então vamos à caça à Raposa.
Tem de ser agora! A crise está mordendo os calcanhares do Reino Unido, como dos EUA e da Holanda. Em breve não mais poderiam conseguir; até suas ONGs enfrentam penúria. O Brasil está tomando conhecimento da manobra e iniciando a levantar a cabeça. Não dá para esperar mais. Já haviam sido retirados alguns opositores: o diretor-geral da Abin e generais do Ministério da Defesa. O general Monteiro, comandante da Brigada em Boa Vista. Agora retiram o general Heleno, o que não ousaram fazer antes. É a hora do julgamento. É tudo agora ou não dará mais.
Vale pedidos pessoais dos governos. Vale visita do príncipe. Vale promessas de dinheiro, impossível de cumprir por um pais em crise. Vale mentir, enganar, jogar charme, aproveitar a vaidade de nossos dirigentes. É a hora da caça à raposa.
A situação é séria e merece atenção. O Exército ainda reage? - tratam de o desmoralizar. Lembremos que todas as nações que descuidaram da sua defesa e/ ou desprestigiaram os seus soldados terminaram subjulgadas por aquelas outras que agiram de outra forma.
Brasil, desperta!

Do nosso correspondente Inter-Nacional, Percy Vieira.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Notícias de Recife...


Tomo a liberdade de reproduzir em inteiro teor, a correspondência recebida dos amigos do Movimento Tiradentes, por julgar que o momento eleitoral que se avizinha tem o dever de trazer o tema novamente à discussão pública.

Amigos:

-Vez em quando surge uma voz que, somada àquelas que já se manifestaram, mostram que a inelegibilidade vai guiar-se por outros e mais rígidos fatores, como é a pretensão do MOVIMENTO TIRADENTES. Vejam a notícia que nos vem lá de Recife:

“Francisco Cavalcanti toma posse e critica fichas-sujas //Justiça eleitoral // Desembargador federal inicia mandato de dois anos no TER”.

O desembargador federal Francisco Cavalcanti tomou posse ontem na corte do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE) para um mandato de dois anos, destacando que temas polêmicos como a elegibilidade dos candidatos fichas-sujas devem voltar à pauta em 2010. Ao longo da campanha de 2008, quando assumiu cadeira no TRE na condição de desembargador substituto, ele foi um incisivo defensor da inelegibilidade de concorrentes que respondem por ações na Justiça ou que tenham contas rejeitadas (no caso de gestores).
Ontem, em entrevista, ele ressalvou que sua opinião é diferente do entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (que, por quatro votos a três, garantiu aos fichas-sujas o direito de se candidatar) e que por isso não tem como se contrapor. "A minha posição é contra os fichas-sujas, sob o argumento de não quebrar a presunção de inocência, mas com a demonstração da inaptidão para o exercício do cargo. É por esse caminho", frisou. "Um indivíduo com oito anos de gestão que tem oito contas rejeitadas, cinco ações de improbidade, três ações penais tem condição de ser prefeito? Não é que ele seja culpado ou inocente. Ele é inapto. É alguém que quer dirigir um veículo, mas não consegue". Para ele, em pouco tempo a sociedade vai exigir que os fichas-sujas sejam excluídos. A sessão foi conduzida pela vice-presidente do TRE, desembargadora Alderita Ramos, que deu as boas vindas ressaltando o "patrimônio moral" de Cavalcanti. Segundo ela, o desembargador "não se deixa seduzir pelo brilho efêmero e a paparicação bajuladora que o poder proporciona". "Esta casa está enobrecida com a sua presença", disse.
Oriundo do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, Francisco Cavalcanti salientou, no discurso, que o Judiciário deve primar pelo equilíbrio. Para ele, o Poder, ativo como se vê hoje, corre o risco de cometer excessos, principalmente com a inércia do Legislativo. "Temos, mais na frente, que amainar essa empolgação. Talvez precisemos chegar ao meio-termo". Ele observou, ainda, que a maior dificuldade para um juiz eleitoral é deixar de lado ideologias e pensamentos e decidir com base na lei.-

Abraços,
Marco Aurélio

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