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Tendo seu pedido de cassação ainda em apreciação, o Vereador César aceita o convite e passa a integrar a chapa do postulante à prefeitura... Eis que o pior para ele vem à tona: O atual prefeito haveria “comprado” o partido ao qual César pertence, inviabilizando a formação da chapa e deixando o vereador a ver navios... A situação do vereador ficou ou ficará assim:
1 - Perdeu a possibilidade real de tornar-se vice-prefeito
2 – Caso a cassação se confirme, não poderá concorrer nas próximas eleições, haja vista que estará “preso” ao partido supostamente “pertencente” ao atual prefeito.
3 – Caso a cassação não se confirme, terá perdido o prazo previsto por lei para mudança de partido, ficando impossibilitado de concorrer por qualquer outra legenda.
Resumindo, César caiu numa verdadeira "arapuca política", fruto de vingança pura e simples... Em um município que parece nunca se livrar de práticas políticas abjetas e sempre envolto em escândalos que vão desde o famigerado “bolsa fantasma”, que resultou na cassação da Deputada “Renata do Posto”, ou outros de menor monta, consegue tão somente penalizar a população... Se isso ocorre num município localizado a 70 km do centro do Rio de Janeiro, fica fácil imaginar o que acontecerá nas cidadezinhas dos grotões brasileiros... Minha sugestão para o pórtico de entrada da cidade, ao invés do tradicional "Bem vindo à...
"Qui - quirí - qui - qui!, o cú do Brasil é aqui!"
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